
Império da Germânia
Conselho Imperial de Relações Exteriores
Ballhausplatz 2, Wien.
Viena, 6 de novembro de 2026
O Conselho Imperial de Relações Exteriores da Germânia, no exercício de suas atribuições constitucionais e sob instruções de Sua Germânica Majestade Imperial, expede a presente Nota Diplomática acerca da nova conjuntura política e institucional do Estado Russo, mediante anuência da Coroa Imperial, nos seguintes termos:
1. O Império da Germânia reafirma seu reconhecimento da Rússia como Estado soberano, originalmente constituído em 27 de março de 2009 e restaurado como nação independente em 13 de maio de 2017. Reitera, ademais, sua condição de signatária originária do Tratado de Neuschwanstein desde 24 de agosto de 2019, mantendo-se, até o presente momento, vinculada às obrigações e prerrogativas decorrentes desse instrumento.
2. A Germânia igualmente registra não ter recebido qualquer comunicação formal referente à dissolução do Estado Russo ou à desafetação de sua integridade territorial, garantida pelo sistema internacional consolidado pelo Congresso de Füssen e pelos tratados e convenções celebrados sob a égide do Tratado de Neuschwanstein.
3. O Império da Germânia reafirma, nos mais firmes termos, a posição adotada pela comunidade internacional desde 2021 e oficialmente publicada por este Império em 18 de outubro daquele ano quanto à incapacidade de Vladimir Rurikovich Volkoff de exercer legitimamente as atribuições inerentes à Chefia de Estado da Rússia.
4. Esse entendimento fundamentou-se na reiterada adoção de políticas incompatíveis com os princípios da segurança jurídica europeia, dentre os quais a ruptura dos consensos estabelecidos em torno do Sistema de Neuschwanstein e a condução de iniciativas direcionadas à erosão da legitimidade institucional do Congresso de Füssen, com o condenável emprego sistemático de desinformação e de narrativas incompatíveis com os princípios da boa-fé internacional.
5. Durante o regime Volkoff, a Rússia experimentou um progressivo afastamento dos princípios que orientam a convivência pacífica entre os Estados ocasionado pelo descumprimento reiterado de compromissos assumidos perante a comunidade europeia e pela contestação sistemática das estruturas multilaterais às quais aderira voluntariamente, o que comprometeu gravemente sua credibilidade junto à comunidade internacional.
6. A Germânia entendeu outrora, e permanece firme em sua compreensão, que a orientação política russa representou um abandono dos princípios da cooperação internacional e da boa-fé pressuposta na boa diplomacia, ocasionando severos prejuízos à imagem e à estabilidade institucional do Estado Russo.
7. Após anos marcados pelo insulamento diplomático e deterioração das estruturas administrativas e de comunicação, o Império da Germânia tomou conhecimento de uma nova iniciativa política surgida na Europa Oriental, voltada à recuperação da funcionalidade institucional e restauração do prestígio internacional da Rússia.
8. O Conselho Imperial de Relações Exteriores compreende a Segunda Declaração de São Petersburgo, datada de 4 de novembro de 2026, como medida destinada ao restabelecimento da ordem institucional anteriormente abandonada, promovendo a continuidade jurídica e política do Estado Russo, bem como sua reintegração à comunidade europeia.
9. Nesses termos, o Império da Germânia associa-se às manifestações públicas já emitidas por diferentes membros da comunidade internacional, entre os quais o Principado de Liechtenstein, o Reino da Kováquia, o Reino da França, o Reino Unido de Bauru e São Vicente, o Principado de Jersey, o Reino do Manso, o Império de Deltária, o Sacro Império Romano do Ocidente, o Reino de Nova Visigothia, a União dos Países Baixos, o Reino Unido de Portugal e Algarves, o Estado da Cidade do Vaticano, o Reino de Ibérnia, o Reino da Meridionália, para reconhecer a ascensão de uma nova ordem governamental na Rússia e os direitos dinásticos soberanos de Suas Majestades Imperiais, o Czar Ivan VII e a Czarina Maria Carolina Ferdinandovna, como legítimos representantes das instituições do Estado Russo.
10. O Império da Germânia encoraja respeitosamente os demais membros da comunidade lusófona e do Congresso de Füssen a reconhecerem o atual momento político russo e a apoiarem os esforços destinados à sua plena reinserção nos fóruns multilaterais e nos mecanismos de cooperação internacional.
11. O Império da Germânia, fiel à sua tradição de defesa da ordem internacional, deplora arroubos pueris que afrontem diretamente a estabilidade do sistema internacional e as regras de coexistência pacífica entre os Estados e declara que não reconhecerá a pretensão de qualquer Estado terceiro, seja ou não integrante do Congresso de Füssen, de arrogar-se de poderes de representação ou reivindicar legitimidade para agir em nome das estruturas associadas ao extinto regime Volkoff.
12. A Germânia reafirma seu compromisso permanente com o diálogo e a moderação, não se furtando a empregar todos os instrumentos diplomáticos legítimos à sua disposição que se fizerem necessários para salvaguardar a integridade institucional e assegurar o pleno respeito à autoridade normativa do Congresso de Füssen.
13. O Conselho Imperial de Relações Exteriores apresenta a toda a comunidade internacional, em nome de Sua Germânica Majestade Imperial, seus protestos de elevada estima e distinta consideração.